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Flanker para o Equador ?

28 de novembro de 2009 Deixe um comentário
Flanker para o Equador ?

O presidente equatoriano Rafael Correa irá a Moscou para discutir compra de armas, em especial a compra de vários helicópteros e sistemas de defesa aérea incluindo no pacote mísseis IGLA. Fontes militares equatorianas dão conta que deverá ser formalizada à compra de mais dois helicópteros Mi-17 que devem se juntar as três outras aeronaves recebidas ano passado. (Nota do Blog especula-se que o Equador poderia devolver os helicópteros indianos Dhruv caso se comprove que o acidente ocorrido foi motivado por uma falha irreparável no projeto da aeronave)

Fontes ligadas a Rosoboronexport dão conta que espera-se que o Equador efetive a intenção de compra de seis caças Sukhoi Su-30MK2 Flanker (com opção de mais seis) o que elevaria o “pacote” de financiamento para mais de 200 milhões de dolares.

Mas tanta cortesia por parte dos russos tem um preço. Os Russos esperam que o Equador reconheça a independência da Abkhazia e Ossétia do Sul (regiões antes pertencentes a Geórgia). Uma fonte do Ministério Russo de Negócios Estrangeiros disse que o Equador deverá anunciar oficialmente a sua posição durante a visita do Presidente Equatoriano.

By Vinna com informações do Ria Novosti, Argenpress e Pravda

CategoriasPoder Equador

Brasil negocia a compra de sistema antiaéreo da Rússia

26 de novembro de 2009 Deixe um comentário

Tor-M2E 1

Acordo pode elevar tensão militar na América Latina e criar atrito com os EUA – Tor-M2E é a mais recente geração de um sistema de defesa com mísseis terra-ar da Rússia; Chávez comprou um modelo mais antigo

Igor Gielow

vinheta-clipping-forteO Exército brasileiro negocia com o governo da Rússia a aquisição de um sistema de defesa antiaérea inédito no país. Se realizada, a compra mudará o Brasil de patamar em termos de capacidade de defesa, acrescentará temperatura ao processo de militarização da América Latina e poderá provocar reações em Washington.

Uma comitiva brasileira esteve em agosto na Rússia para avaliar o sistema, o Tor-M2E. Uma equipe de dez técnicos russos irá expor mais detalhes de sua proposta em uma reunião hoje no Quartel-General do Exército, em Brasília.

O Tor-M2E é a mais recente geração de um sistema de defesa com mísseis terra-ar desenvolvido na antiga União Soviética. É considerado o mais eficaz modelo em operação no mundo. Ele serve para abater aviões, helicópteros, armas de alta precisão e mísseis, usando radar. Sendo de curto alcance, visa proteger cidades e instalações estratégicas.

Hoje, a defesa antiaérea quase inexiste no Brasil, sendo restrita a menos de 200 canhões com projeto dos anos 50, 112 lançadores portáteis russos Igla e alguns franceses Mistral. Não há meios para abater mísseis e, se um avião supersônico penetrar perigosamente o espaço aéreo brasileiro, irá ser confrontado apenas por aviões como o Mirage-2000 ou o F-5.

O diretor de Material do Exército, general Sinclair Mayer, confirma o interesse, mas diz que o negócio ainda está na fase das “tratativas” e que depende de recursos hoje inexistentes: “Como sabemos, nossas demandas de maior importância são grandes. Mas sim, do ponto de vista de defesa antiaérea, estamos desguarnecidos”.

Sistema caro

Tor-M2E 2

O Tor é uma arma cara. Uma bateria completa, com quatro lançadores, um veículo de comando, carros de apoio, logística e mísseis não sai por menos de US$ 300 milhões (R$ 520 milhões). Mas como a tradicional anemia orçamentária militar brasileira está numa fase de reversão, envolvidos no processo acreditam que o dinheiro poderá aparecer via créditos adicionais ou financiamentos de longo prazo a serem incluídos no Orçamento. No projeto de lei do Orçamento enviado ao Congresso, só R$ 640 milhões dos R$ 24 bilhões destinados ao Comando do Exército são para investimentos.

O exemplo mais recente dessa reversão foi o acordo militar com a França, no qual o Brasil comprará submarinos e helicópteros de Paris a um custo de mais de R$ 22,5 bilhões.

Está na reta final também o negócio para a aquisição dos novos caças da FAB, 36 unidades a cerca de R$ 10 bilhões. Novamente, aqui os franceses com seu Rafale são os escolhidos pelo governo, como disse novamente ontem o ministro Nelson Jobim (Defesa) -embora os concorrentes sueco e americano ainda tentem reverter a decisão política.

Do ponto de vista militar, dependendo de sua alocação, o sistema de mísseis mudaria o patamar de defesa aérea do Brasil, embora não altere o balanço estratégico regional. U-ma dúzia de países usa modelos Tor. A Venezuela comprou 12 unidades duma versão anterior à oferecida ao Brasil, o Tor-M1, cujos primeiros lançadores serão entregues em 2010. O Chile já opera há mais tempo um sistema menos capaz, francês, para proteger suas bases aéreas.

Politicamente, há possibilidade de uma eventual compra transformar-se em mais um capítulo dos assuntos espinhosos a serem tratados com os EUA.

No estágio inicial da licitação dos caças, um dos motivos que desclassificou o russo Sukhoi foi uma pressão velada de Washington, que não gostaria de ver um mercado de armas de Moscou montado na região -por conta de embargo americano, o venezuelano Hugo Chávez comprou bilhões de dólares em armas da Rússia. De todo modo, o Brasil fez posteriormente um negócio com os russos, comprando helicópteros.

Uma venda recente de modelos Tor-M1 para o Irã foi duramente criticada pelos EUA. O sistema pode dissuadir um ataque com aviões de Israel a centrais nucleares iranianas.

Mesmo que tenha sido discreto sobre as intenções do Exército, o general Mayer deu a senha sobre os interesses na negociação. “O problema desses sistemas é que eles se desatualizam rapidamente”, disse, defendendo a necessidade de dominar novas tecnologias.

E citou também a China como país promissor no campo de defesa antiaérea. Jobim acaba de voltar de uma viagem ao país asiático justamente para discutir parcerias militares.

Tor-M2E 3

BASIC PERFORMANCE CHARACTERISTICS

Minimal horizontal killing range at height: 10 m / more than 100 m 1, 500 m / not more than 1,000 m
Number of simultaneously processed targets 48
Number of simultaneously tracked targets with their threat level ranking 10
Possibility to exchange radar information between two CVs available
Capability to protect against modern special self-cover jamming enhanced
Missile launching vertical
Antiaircraft guided missile ammunition in CV, pcs 8 (in two antiaircraft missile modules)
CV loading time, min. 18
CV deployment time from travelling to combat position, min 3
CV speed, km/h highway / dirt road up to 80 / up to 30
Fuel endurance, km (at two-hour equipment operation) 500
CV maximum weight, kg 30
CV crew, persons 3

KILLING ZONE OF ADMS “TOR-М2Е” CV

Target parameters In height, m In range, m By course parameter, m
Speed 300 m/s from 10 to 10,000 from 1,000 tо 12,000 up to 8,000
Speed 600 m/s from 10 to 6,000 up to 12,000 up to 7,000
Speed 420 m/s, firing in pursuit - from 1,500 tо 10,000 from 1,000 tо 8,000
HPW with SCS* more than 0.1 sq. m, speed up to 700 m/s from 50 tо 6,000 from 1,500 tо 7,000 up to 6,000

*SCS – scattering cross-section

FONTE: Folha de São Paulo

By.Poder Aéreo

CategoriasPoder Brasil

Irã exige que a Rússia cumpra o contrato de fornecimento de mísseis S-300

12 de novembro de 2009 Deixe um comentário

Contrato foi assinado em 2005, mas até hoje nenhum míssil foi entregue.

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A Rússia tem de cumprir seu contrato relativo ao fornecimento do Sistema de Defesa Aérea Terra-Ar S-300 ao Irã, disse nesta Quarta-feira o Ministro da Defesa do Irã, Ahmad Vahidi.

“Nós temos um contrato com a Rússia para a compra de mísseis S-300. Penso que não seja certo a Rússia ser vista pelo mundo como um país que não cumpre suas obrigações contratuais,” disse Vahidi segundo a Agência de Notícias Trabalhista do Irã(Iranian Labor News Agency – ILNA).

A Rússia assinou um contrato com o Irã para o fornecimento de mísseis S-300 para a República Islâmica em Dezembro de 2005. Entretanto, não há nenhum relato oficial dando conta do início da implementação do contrato desde então.

Em dezembro de 2008, a mídia iraniana afirmou que a Rússia havia começado a entregar os sistemas de uma versão avançada do S-300, porem o Serviço Federal Russo para assuntos Militares e Cooperações Técnicas negou tal informação.

A ultima versão da séria S-300 é o S-300PMU2 Favorit, com alcance de até 195km e pode interceptar aeronaves ou mísseis balísticos a altitudes de 10 metros a 27km.

É considerado um dos sistemas de defesa aérea para todas as altitudes mais eficientes do mundo, comparável em performance ao sistema MIM-104 Patriot americano.

Fonte: Ria Novosti

Sukhoi Su-47 Berkut: o mais avançado caça russo

28 de outubro de 2009 2 comentários

O fabricante russo Sukhoi destacou-se no últimos tempos no desenvolvimento de aeronaves de caça de alto desempenho, ofuscando até os já lendários Migs. Recursos tecnológicos, como o empuxo vetorado, por exemplo, tornam as aeronaves altamente manobráveis em combate aproximado, sem negligenciar, entretando, sua capacidade BVR (Beyond Visual Range – Além do alcance visual).
O último desenvolvimento da Sukhoi, entretanto, ainda não entrou em produção seriada, o Su-47 Berkut (em russo: Беркут – Águia Dourada). Essa fascinante aeronave teve seu projeto iniciado em 1983, mas teve seus recursos financeiros governamentais cortados com o colapso do regime soviético em 1989/1990. A Sukhoi continou o projeto com recursos próprios, e construiu apenas um protótipo.

O Berkut voou pela primeira vez em 25 de setembro de 1997, mais como um demonstrador de tecnologia do que como aeronave militar operacional.
A aeronave usa soluções aerodinâmicas muito avançadas: sua asas tem enflechamento negativo. Essa configuração permite uma manobrabilidade fantástica, mas tem características de alta instabilidade, inaceitáveis e perigosas em uma aeronave com comandos de voo convencionais. A solução foi encontrada nos comandos FBW (Fly-by-wire – comandos por cabos elétricos/eletrônicos), operados por manches do tipo side-stick. Dessa forma, os computadores dos comandos de voo corrigem qualquer instabilidade para níveis seguros e permitem à aeronave manobras praticamente impossíveis para qualquer aeronave de configuração mais convencional.

A asa de enflechamento negativo trás várias vantagens aerodinâmicas para a aeronave:

  • Alta razão sustentação/arrasto, o que significa alta eficiência aerodinâmica;
  • Alta capacidade de manobrabilidade em combate aproximado (dogfight);
  • Grande gama de velocidade subsônicas;
  • Baixa suscebitibilidade a estois e parafusos acidentais;
  • Estabilidade aumentada em grande ângulos de ataque;
  • Baixa velocidade de estol;
  • Capacidade de decolar e pousar em pistas curtas.

O Berkut também possui uma estrutura inovadora: 90 por cento da estrutura das asas é feita em composites. Embora a maior parte da fuselagem seja metálica, em ligas de alumínio e titânio, 13 por cento da mesma é feita em composites.

A aeronave demonstrou ter uma “assinatura” de radar muito baixa, dificultando sua detecção. Isso se deve ao seu formato, sua estrutura e sua capacidade de carregar armamentos dentro da estrutura.
O Sukhoi Su-47 Berkut foi equipado com dois motores Lyulka AL37-FU de empuxo vetorado. Cada um desenvolve um empuxo de 83,4 kN (18.750 lbf) em “potência seca” (sem pós-combustores) e 142,2 kN (31.970 lbf) com o pós combustor (afterburner).

O desempenho do avião é superior ao de muitas aeronaves de combate operacionais na atualidade: pode atingir Mach 2 em altitude (operacionamente, Mach 1,6) e Mach 1,14 ao nível do mar. Sua razão de subida inicial é de 46.200 pés por minuto, e o alcance em combate é de 3.300 Km. O peso máximo de decolagem é de 34 toneladas.

Entretanto, o futuro do Berkut é incerto. Como não foi adotado pela Força Aérea Russa, suas possibilidades de exportação são muito reduzidas, por falta de dados de experiência operacional, e o concorrente Mikoyan-Gurevich (MiG) está desenvolvendo sua quinta geração de caças, o que pode colocar o Berkut em xeque

By_culturaaeronautica.blogspot

CategoriasPoder Rússia

Rússia e Índia devem assinar até dezembro de 2009 acordo do PAK-FA

27 de outubro de 2009 Deixe um comentário

Rússia e a Índia vão cooperar no desenvolvimento de armas modernas

Comité técnico para a cooperação militar Rússia Índia aprovou minuta de acordo para que ambos os países desenvolvam conjuntamente helicópteros, veículos blindados e um caça de quinta geração, disseram fontes do Ministério da Defesa da Rússia. Quanto especificamente as questões ligadas ao desenvolvimento conjunto do caça multifuncional (quinta geração) os detalhes serão definidos ate o final do ano.

Os dois países também pretendem assinar em dezembro acordos intergovernamentais de cooperação técnica militar para 2011-2020 e assistência pós-venda de material russo fornecido à Índia. Segundo informações, as partes estão interessados em submeter-se a modernização o equipamento militar russo fornecido anteriormente à Índia, incluindo os caças MiG-27 e Su-30MKI caças, carros de combate T-72M1 e T-90S e transporte de pessoal infantaria BMP-2.

Por seu turno, o chefe de departamento militar russo, Anatoly Serdiukov salientou que a assinatura de acordos intergovernamentais constituirão um marco comercial entre os dois países e o ato deverá ocorrer durante a visita a Moscou do primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh, o que deve ocorrer em dezembro de 2009.

 
By Vinna

Aquisição de aviões Russos para Venezuela

26 de outubro de 2009 Deixe um comentário

 

A Venezuela prepara-se para assinar com a Rússia um contrato de fornecimento de equipamento aeronáutico no mês de Agosto, durante a vista de Hugo Chavez a Moscovo.

O valor total do contrato deverá ascender a 5 biliões de USDs. A decisão americana de meados de Maio de proibir toda a venda de armamento à Venezuela, obrigou esta a procurar outros fornecedores e a empresa russa Rosoboronexport ofereceu então a venda de 24 Sukhoi Su-35 ou Su-30MKI e um número idêntico de Su-27SK/UB modernizados para substituir os 21 F-16A/B que a Venezuela opera actualmente. Recordemo-nos que no ano passado, Chavez tinha ameaçado vender estes aviões a Cuba ou a China…

Na mesma proposta russa estão ainda aviões Su-49 e Yakovlev Yak-130, depois do fracasso da tentativa de compra dos EMB-314 Super Tucano que resultou da proibição americana da venda destes aviões brasileiros com tecnologia USA. A Venezuela estuda ainda a possibilidade de adquirir transportes tácticos Antonov An-72/74.

CategoriasPoder Venezuela

T-27 (Tucano)

25 de outubro de 2009 Deixe um comentário

T-27 (tucano)

 

 

O T-27 Tucano é um treinador turboélice que inovou o mercado ao introduzir, entre outras novidades, assentos ejetáveis Martin Baker BR8LC em seu equipamento. Sua cabine é muito avançada para um avião de treinamento básico e visa a familiarizar o Cadete, antecipadamente, com os controles dos caças a jato. Operados como treinadores em Pirassununga, na Academia da Força Aérea, os Tucanos da FAB também equipam Esquadrões de Ataque ao Solo, na sua versão designada AT-27. Além das missões de Treinamento e Ataque, os Tucanos são utilizados pela Esquadrilha da Fumaça em exibições no Brasil e no exterior. É produzido sob licença na Inglaterra pela Shorts Brothers, recebendo o nome de Shorts Tucano e também pela Aol de Kadar, no Egito. O Tucano ocupa de forma brilhante a posição mais destacada no mercado internacional de aeronaves treinadoras básicas, pelo seu alto desempenho, segurança e robustez.

Ficha Técnica:

  • País de origem: Brasil
  • Fabricante: Embraer
  • Tipo: Avião de treinamento e ataque ao solo
  • Motores: Pratt & Whitney PT6A-25C turboélice de 750 SHP
  • Desempenho
  • Vel. máx. a 3.050 m: 457 km/h
  • Teto: 9.936 m
  • Alcance: 2.112 km
  • Peso Vazio: 1.810 kg
  • Peso Máx decolagem: 3.175 kg
  • Dimensões: Envergadura: 11,14 m e Comprimento: 9,86 m
CategoriasPoder Brasil
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