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6 bilhões de reais para 2.000 veículos blindados Guarani para o Exército

28 de novembro de 2009 6 comentários

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou anteontem o investimento de R$ 6 bilhões ao longo de 20 anos na construção de mais de 2.000 blindados para reequipar o Exército, afirmou o ministro Nelson Jobim (Defesa).

Segundo Jobim, o projeto Veículo Blindado Sobre Rodas já tem alocação orçamentária. Os novos blindados, que serão chamados de Guarani, serão construídos na fábrica da Fiat/ Iveco, em Sete Lagoas (MG).

“Ele vai substituir todo o sistema de mobilidade do Exército”, disse o ministro, após a troca de comando no 1º Distrito Naval, no Rio. Além da construção dos Guaranis (chamados na fase de projeto de Urutu 3), o ministro disse que os blindados Urutu e Cascavel, considerados obsoletos e que eram produzidos pela falida Engesa (que chegou a exportá-los para cerca de 20 países), serão reformados para compor a frota da Força.

Em abril, o Guarani foi apresentado na feira de material de defesa Laad 2009 (Latin America Aerospace & Defence), no Rio. O custo estimado de cada unidade era de US$ 1,5 milhão (R$ 2,6 milhões). Jobim disse que a verba para os blindados será gasta ao longo de 20 anos com “entre 2.000 e 3.000 blindados”. O total, hoje, permite a construção de 2.285 Guaranis.

A declaração do ministro é feita após o governo Lula reequipar a Marinha com novos submarinos franceses e na fase final da compra de novos caças para a Aeronáutica. O Exército ainda não havia sido contemplado por grandes investimentos do governo federal. Queixando-se do abandono, o Exército chegou a suspender o expediente na manhã de segunda e na tarde de sexta, alegando a necessidade de economizar.

A Folha revelou anteontem que técnicos do Exército foram à Rússia para negociar a compra de um novo sistema antiaéreo. O Centro de Comunicação Social do Exército, procurado pela Folha, não forneceu informações adicionais sobre o projeto nem o número de blindados da Força.

Segundo o Instituto Internacional para Estudos Estratégicos, o Brasil tem 803 blindados de transporte de pessoal e 409 Cascavéis.

Categorias:Exército, Poder Brasil

Empresa de Niki Lauda assina contrato para mais duas aeronaves E-190

28 de novembro de 2009 Deixe um comentário

Niki - foto Embraer

A Embraer e a segunda maior companhia aérea austríaca, a NIKI Luftfahrt GmbH, assinaram contrato para mais dois jatos EMBRAER 190, confirmando direitos de compra do contrato original anunciado em julho de 2008. O início das entregas desta nova encomenda está previsto para o primeiro semestre de 2011.

“É uma grande honra para a Embraer ter a NIKI reafirmando sua confiança no EMBRAER 190 por meio da confirmação destes direitos de compra apenas seis meses após o recebimento do primeiro E-Jet”, disse Mauro Kern, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial. “Estamos realmente satisfeitos em ver os nossos E-Jets auxiliando a NIKI no inovador e restritivo mercado de baixo custo.”

Beneficiando-se do inigualável e baixo custo operacional dos E-Jets, bem como seu consumo de combustível e nível de emissão de poluentes reduzidos, a NIKI se tornou a primeira empresa aérea de baixo custo européia a operar o EMBRAER 190 com 112 assentos, otimizado pararotas de média demanda, juntamente com aeronaves narrowbody convencionais com capacidade de 150 a 210 assentos, otimizadas para rotas com grande demanda.

“O EMBRAER 190 se encaixa muito bem na nossa estratégia de crescimento e nos ajudará a ser uma empresa lucrativa pelo quinto ano consecutivo”, disse Niki Lauda, fundador e Presidente da NIKI Luftfahrt GmbH.

“Complementando a nossa frota de narrowbody, o EMBRAER 190 nos proporciona maior cobertura de mercado e o desenvolvimento de melhores oportunidades de negócios, oferecendo o mesmo nível de conforto aos nossos passageiros.”

FONTE/FOTO: Embraer

Categorias:Embraer

Flanker para o Equador ?

28 de novembro de 2009 Deixe um comentário
Flanker para o Equador ?

O presidente equatoriano Rafael Correa irá a Moscou para discutir compra de armas, em especial a compra de vários helicópteros e sistemas de defesa aérea incluindo no pacote mísseis IGLA. Fontes militares equatorianas dão conta que deverá ser formalizada à compra de mais dois helicópteros Mi-17 que devem se juntar as três outras aeronaves recebidas ano passado. (Nota do Blog especula-se que o Equador poderia devolver os helicópteros indianos Dhruv caso se comprove que o acidente ocorrido foi motivado por uma falha irreparável no projeto da aeronave)

Fontes ligadas a Rosoboronexport dão conta que espera-se que o Equador efetive a intenção de compra de seis caças Sukhoi Su-30MK2 Flanker (com opção de mais seis) o que elevaria o “pacote” de financiamento para mais de 200 milhões de dolares.

Mas tanta cortesia por parte dos russos tem um preço. Os Russos esperam que o Equador reconheça a independência da Abkhazia e Ossétia do Sul (regiões antes pertencentes a Geórgia). Uma fonte do Ministério Russo de Negócios Estrangeiros disse que o Equador deverá anunciar oficialmente a sua posição durante a visita do Presidente Equatoriano.

By Vinna com informações do Ria Novosti, Argenpress e Pravda

Categorias:Poder Equador

Austrália recebe dois Boeing 737 AEW&C

28 de novembro de 2009 Deixe um comentário
Austrália recebe dois Boeing 737 AEW&C

 

Fonte: Revista Asas

A fabricante de aeronaves Boeing entregou ontem à Royal Australian Air Force (RAAF, força aérea australiana), os dois primeiros B-737 AEW&C (de alerta antecipado e controle), numa cerimônia organizada na Base Aérea de Williamtown.

Com a entrega dessas duas aeronaves, os pilotos e técnicos da RAAF vão utilizar agora o Operacional Flight Trainer, Operational Mission Simulator e o Mission Support System, o que vai permitir uma excelente familiarização com os sistemas operacionais da aeronave, modos de voos e capacidades dos equipamentos eletrônicos embarcados nos B-737 AEW&C.

Outras três aeronaves serão entregues até o final de 2010, incluindo o exemplar que será modernizado com as configurações finais dos sistemas AEW&C e de suporte de medidas eletrônicas (SME). Até o início de 2011, toda a frota de B-737 da RAAF terão os sistemas finais de AEW&C e SME instalados.

Os B-737 da RAAF formam construídos utilizando a plataforma do B-737-700, aeronave de médio porte comercial de sucesso da Boeing. As aeronaves possuem um potente radar multifuncional de varredura eletrônica, que são controlados por técnicos através de 10 consoles avançados instalados no interior da aeronave, capazes localizar simultaneamente alvos aéreos e marítimos. Além de realizar missões vigilância, controle aéreo e patrulha, os aviões também são capazes de realizar operações de guerra eletrônica.

Categorias:Poder Australia

Brasil negocia a compra de sistema antiaéreo da Rússia

26 de novembro de 2009 Deixe um comentário

Tor-M2E 1

Acordo pode elevar tensão militar na América Latina e criar atrito com os EUA – Tor-M2E é a mais recente geração de um sistema de defesa com mísseis terra-ar da Rússia; Chávez comprou um modelo mais antigo

Igor Gielow

vinheta-clipping-forteO Exército brasileiro negocia com o governo da Rússia a aquisição de um sistema de defesa antiaérea inédito no país. Se realizada, a compra mudará o Brasil de patamar em termos de capacidade de defesa, acrescentará temperatura ao processo de militarização da América Latina e poderá provocar reações em Washington.

Uma comitiva brasileira esteve em agosto na Rússia para avaliar o sistema, o Tor-M2E. Uma equipe de dez técnicos russos irá expor mais detalhes de sua proposta em uma reunião hoje no Quartel-General do Exército, em Brasília.

O Tor-M2E é a mais recente geração de um sistema de defesa com mísseis terra-ar desenvolvido na antiga União Soviética. É considerado o mais eficaz modelo em operação no mundo. Ele serve para abater aviões, helicópteros, armas de alta precisão e mísseis, usando radar. Sendo de curto alcance, visa proteger cidades e instalações estratégicas.

Hoje, a defesa antiaérea quase inexiste no Brasil, sendo restrita a menos de 200 canhões com projeto dos anos 50, 112 lançadores portáteis russos Igla e alguns franceses Mistral. Não há meios para abater mísseis e, se um avião supersônico penetrar perigosamente o espaço aéreo brasileiro, irá ser confrontado apenas por aviões como o Mirage-2000 ou o F-5.

O diretor de Material do Exército, general Sinclair Mayer, confirma o interesse, mas diz que o negócio ainda está na fase das “tratativas” e que depende de recursos hoje inexistentes: “Como sabemos, nossas demandas de maior importância são grandes. Mas sim, do ponto de vista de defesa antiaérea, estamos desguarnecidos”.

Sistema caro

Tor-M2E 2

O Tor é uma arma cara. Uma bateria completa, com quatro lançadores, um veículo de comando, carros de apoio, logística e mísseis não sai por menos de US$ 300 milhões (R$ 520 milhões). Mas como a tradicional anemia orçamentária militar brasileira está numa fase de reversão, envolvidos no processo acreditam que o dinheiro poderá aparecer via créditos adicionais ou financiamentos de longo prazo a serem incluídos no Orçamento. No projeto de lei do Orçamento enviado ao Congresso, só R$ 640 milhões dos R$ 24 bilhões destinados ao Comando do Exército são para investimentos.

O exemplo mais recente dessa reversão foi o acordo militar com a França, no qual o Brasil comprará submarinos e helicópteros de Paris a um custo de mais de R$ 22,5 bilhões.

Está na reta final também o negócio para a aquisição dos novos caças da FAB, 36 unidades a cerca de R$ 10 bilhões. Novamente, aqui os franceses com seu Rafale são os escolhidos pelo governo, como disse novamente ontem o ministro Nelson Jobim (Defesa) -embora os concorrentes sueco e americano ainda tentem reverter a decisão política.

Do ponto de vista militar, dependendo de sua alocação, o sistema de mísseis mudaria o patamar de defesa aérea do Brasil, embora não altere o balanço estratégico regional. U-ma dúzia de países usa modelos Tor. A Venezuela comprou 12 unidades duma versão anterior à oferecida ao Brasil, o Tor-M1, cujos primeiros lançadores serão entregues em 2010. O Chile já opera há mais tempo um sistema menos capaz, francês, para proteger suas bases aéreas.

Politicamente, há possibilidade de uma eventual compra transformar-se em mais um capítulo dos assuntos espinhosos a serem tratados com os EUA.

No estágio inicial da licitação dos caças, um dos motivos que desclassificou o russo Sukhoi foi uma pressão velada de Washington, que não gostaria de ver um mercado de armas de Moscou montado na região -por conta de embargo americano, o venezuelano Hugo Chávez comprou bilhões de dólares em armas da Rússia. De todo modo, o Brasil fez posteriormente um negócio com os russos, comprando helicópteros.

Uma venda recente de modelos Tor-M1 para o Irã foi duramente criticada pelos EUA. O sistema pode dissuadir um ataque com aviões de Israel a centrais nucleares iranianas.

Mesmo que tenha sido discreto sobre as intenções do Exército, o general Mayer deu a senha sobre os interesses na negociação. “O problema desses sistemas é que eles se desatualizam rapidamente”, disse, defendendo a necessidade de dominar novas tecnologias.

E citou também a China como país promissor no campo de defesa antiaérea. Jobim acaba de voltar de uma viagem ao país asiático justamente para discutir parcerias militares.

Tor-M2E 3

BASIC PERFORMANCE CHARACTERISTICS

Minimal horizontal killing range at height: 10 m / more than 100 m 1, 500 m / not more than 1,000 m
Number of simultaneously processed targets 48
Number of simultaneously tracked targets with their threat level ranking 10
Possibility to exchange radar information between two CVs available
Capability to protect against modern special self-cover jamming enhanced
Missile launching vertical
Antiaircraft guided missile ammunition in CV, pcs 8 (in two antiaircraft missile modules)
CV loading time, min. 18
CV deployment time from travelling to combat position, min 3
CV speed, km/h highway / dirt road up to 80 / up to 30
Fuel endurance, km (at two-hour equipment operation) 500
CV maximum weight, kg 30
CV crew, persons 3

KILLING ZONE OF ADMS “TOR-М2Е” CV

Target parameters In height, m In range, m By course parameter, m
Speed 300 m/s from 10 to 10,000 from 1,000 tо 12,000 up to 8,000
Speed 600 m/s from 10 to 6,000 up to 12,000 up to 7,000
Speed 420 m/s, firing in pursuit from 1,500 tо 10,000 from 1,000 tо 8,000
HPW with SCS* more than 0.1 sq. m, speed up to 700 m/s from 50 tо 6,000 from 1,500 tо 7,000 up to 6,000

*SCS – scattering cross-section

FONTE: Folha de São Paulo

By.Poder Aéreo

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Cuba se prepara para realizar exercícios militares

26 de novembro de 2009 Deixe um comentário

Mi-29 cubano em formação

Cuba se prepara para realizar exercícios militares
Governo diz que manobras visam preparar a ilha para eventual ‘ataque do inimigo’.

 

Da BBC – Via: Meteorito

As Forças Armadas cubanas iniciam nesta quinta-feira (26) o primeiro de três dias de exercícios militares que visam a preparação para um eventual ataque dos Estados Unidos.

O exercício, chamado Bastion 2009, será o primeiro desde que Raúl Castro assumiu a Presidência, em fevereiro de 2008. O mais recente havia sido realizado em 2004, quando Fidel Castro ainda liderava o país.

Mig-21 cubano

Segundo o jornal oficial do partido comunista, Granma, o objetivo das manobras é “fortalecer a preparação da ilha para enfrentar qualquer possível agressão do inimigo”.

De acordo com o correspondente da BBC em Havana Michael Voss, cerca de 1 milhão de efetivos devem participar do exercício – um sinal de que Washington não deve subestimar a capacidade de defesa de Cuba.

Foto de um Mig-23 cubano em voo

De acordo com o general de divisão Leonardo Andollo, as manobras são uma necessidade de primeira ordem, dada “a situação política e militar que agora define as relações entre Cuba e o Império”.

As autoridades cubanas têm mantido um estado de alerta desde a invasão frustrada da Baía dos Porcos em 1961 por cubanos exilados treinados pela CIA.

Mig-23 constitui o caça principal sobre o qual se assenta a defesa Aérea cubana

Recentemente, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou publicamente que o país não tem intenção de usar a força militar contra Cuba.

fonte:Hangar do Vinna

Categorias:Poder Cuba

Austrália compra 14 Lockheed F-35.

26 de novembro de 2009 Deixe um comentário
Há previsão de 100 F-35 para a Australia

Austrália compra 14 Lockheed F-35.

Fonte: Revista Asas

O comitê do gabinete de segurança nacional da Austrália aprovou ontem a compra do primeiro lote dos caças de 5ª geração Lockheed F-35 Lightning II, num contrato que chega a US$ 3,2 bilhões para 14 aeronaves.

Os primeiros exemplares só deverão ser entregues em meados de 2014 e o pedido total da Austrália deverá totalizar, no mínimo, 72 jatos de combate multifuncionais, que representarão a espinha dorsal de sua força aérea de defesa.
“A aprovação do próximo lote de aviões com todo o suporte necessário de pós-venda, manutenção, treinamento e criação de três esquadrões será analisada somente em 2012”, declarou o senador australiano John Faulkner.

Faulkner disse também que o governo analisou muito bem as capacidades de combate do F-35 e estão extremamente confiantes que o caça vai manter a soberania e as capacidades estratégias do país até 2030.

O primeiro esquadrão estará operacional apenas em 2018, momento em que a Austrália analisa a retirada de serviço dos seus caças Boeing F/A-18F Super Hornet.

Praticamente ao mesmo tempo em que a Austrália tomou essa decisão, o Japão demonstrou interesse em adquirir 40 exemplares do F-35, cujas verbas necessárias seriam alocadas já em 2011, com uma possível assinatura de contrato.

fonte:Hangar do Vinna

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